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As 10 tendências MUNDIAIS de consumo
19/03/2019

As 10 principais tendências globais de consumo são identificadas anualmente pela Euromonitor International, aproveitando a ampla e internacional cobertura de pesquisa, análises de segmentos e mercados, assim como pesquisas quantitativas realizadas junto aos consumidores.
Buscam-se as opiniões dos times e especialistas de cada setor para realizar as análises. Então, é criado um banco de dados das tendências em ascensão que são extraídas das entrevistas realizadas com o mercado.
Esses insights coletivos são levados para workshops dinâmicos e examinados os detalhes coletivamente para encontrar tendências que serão mais relevantes a curto prazo.
Por fim, as equipes de pesquisa dos 14 escritórios globais se juntam para organizar o material, de autoria da Alison Angus, que é líder de pesquisa Lifestyle da Euromonitor International e da Gina Westbrook, Diretora de pesquisa, tendências de consumo da Euromonitor International.
Muitas das tendências globais de consumo de 2019 tratam de recuperar o controle e autoafirmação. Diante de tumultos e incertezas, as pessoas se sentem mais poderosas quando podem voltar ao básico ou, por exemplo, escolher estar longe das demandas digitais sem excluí-las totalmente. O consumidor quer determinado item ou serviço de maneira rápida e sem esforço. Também deseja fazer a diferença no mundo prestando mais atenção em suas compras. Quer cuidar de si e colocar os especialistas de lado, assumindo as rédeas do seu conhecimento e liderando a conversa sobre consumo, mais do que nunca. Confira!

1) AGNÓSTICOS QUANTO À IDADE

Hoje em dia, as pessoas vivem por mais tempo e cuidam melhor de sua saúde, aparência e bem-estar. Os agnósticos quanto à idade não têm mais uma atitude passiva em relação ao envelhecimento e isso é especialmente relevante nos países desenvolvidos, onde há sistemas de saúde e condições sociais decentes. A geração dos baby boomers (pessoas nascidas entre 1946 e 1964) é a que mais ignora a idade.
Essas pessoas não se consideram velhas e, definitivamente, não querem ser tratadas dessa maneira. Por exemplo, os baby boomers com renda mais alta provaram ser tão obcecados com a tecnologia, conhecendo aplicativos e dispositivos smart, quanto os millennials.
Além disso, os baby boomers mais velhos, muitas vezes chamados de geração “forever young”, estão entrando na casa dos 70 anos e redefinindo o envelhecimento. Eles são um novo tipo de consumidor maduro: um grupo diversificado que gosta das mesmas coisas que os mais jovens e que querem continuar sendo eles mesmos pelo máximo de tempo possível. Isso significa que desejam produtos e serviços que os ajudem a manter sua mente e seu corpo os mais joviais possíveis, sem tentar mudar as coisas, sendo apenas a melhor pessoa e com a melhor aparência que podem.
Em geral, pessoas mais velhas têm condições financeiras melhores do que o resto da população e ostentam o maior poder de compra entre todas as faixas etárias.
O segredo para ganhar e manter a lealdade e a confiança deles é desenvolver produtos e serviços que sejam acessíveis universalmente, mesmo quando desenvolvidos para pessoas mais velhas. Os baby boomers têm muito mais em comum com os valores e prioridades dos millennials e das gerações mais novas do que muita gente percebe, e é essa mentalidade inclusiva que precisa ser compreendida e melhor atendida no futuro.

2) DE VOLTA AO BÁSICO PELO STATUS

A globalização permitiu que mais produtos se tornem commodities e resultou em um paradigma no qual os consumidores sabem que podem adquirir praticamente qualquer tipo de produto de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, a preços relativamente baixos. Os consumidores estão rejeitando produtos genéricos e feitos em massa e, em 2019, darão preferência aos produtos mais simples, que voltam ao básico e que ofereçam mais qualidade, com um nível de status implícito. Procuram produtos e experiências autênticas e diferenciadas que permitam que eles expressem sua individualidade.
Os consumidores de classe média em mercados desenvolvidos vivem em uma sociedade onde podem acessar praticamente qualquer coisa num piscar de olhos. Entretanto, a crise financeira de 2008 serviu como lembrete dos riscos de crescer demais e rapidamente. Os consumidores em economias desenvolvidas estão reavaliando seus hábitos de compra, se afastando do materialismo excessivo para se aproximar da simplicidade, autenticidade e individualidade. Houve, por exemplo, um aumento no número de pessoas que procuram alimentos produzidos localmente, experiências de “glamping” (fusão das palavras ‘glamour’ e ‘camping’) de luxo, cervejas e bebidas artesanais, comida de bebê feita em casa e itens de beleza artesanais.
A vontade de voltar ao básico pelo status será ampliada ainda mais em 2019 e nos anos seguintes. A globalização oferece infinitas oportunidades para uma proporção cada vez maior da população e facilitará o crescimento e a prosperidade futura. Entretanto, à medida que as economias emergentes se desenvolvam ainda mais, o mesmo padrão deverá surgir nelas. Consumidores, cansados de produtos genéricos, valorizarão as ofertas de maior qualidade, exclusivas e diferenciadas, que transmitam um certo nível de status.

3) CONSUMIDOR CONSCIENTE

Atentos às suas compras, os consumidores conscientes vieram para ficar. Eles procuram maneiras de tomar decisões positivas sobre o que consomem e soluções para o impacto negativo que o consumismo tem no mundo. Essa abordagem respeitosa e compassiva ao consumo abrange o cuidado com outros seres humanos, animais e meio ambiente.
O estilo de vida livre que está ganhando força entre os consumidores modernos de hoje em dia terá cada vez mais consumidores conscientes adotando uma abordagem flexível ao veganismo. Isso elimina o peso dos rótulos e permite que os indivíduos encontrem sua própria maneira de abraçar produtos com origem vegetal. Cada vez mais preocupados com a origem dos produtos, o significado de negócio responsável está mudando, exigindo que as empresas melhorem seus padrões mínimos de bem-estar animal até para os produtos mais comuns. Além disso, a fartura de opções e conscientização do consumidor aumentarão a demanda por produtos premium voltados ao bem-estar. Consequentemente, investir no bem-estar animal será uma ferramenta essencial para agregar valor nos ambientes de negócios competitivos de hoje.

4) JUNTOS DIGITALMENTE

Na última década a tecnologia evoluiu, deixando de ser somente um facilitador da comunicação e permitindo também interações multidimensionais e experiências coletivas. Essa evolução continuará moldando como as pessoas se conectam e colaboram para que mesmo separadas estejam juntas digitalmente.
A comunicação profissional evoluiu para incluir vídeos e mensagens de texto, colaboração de documentos em tempo real e reuniões virtuais com participantes espalhados pelo mundo. Ainda assim, alguns mercados tiveram que lidar com barreiras tecnológicas e regulatórias que estão sendo superadas somente agora. Esse movimentou permitiu a colaboração digital em setores como atendimento médico, educação e produção de multimídia.
Na vida pessoal as plataformas digitais são usadas para compartilhar experiências, criar e participar de atividades em conjunto. Para os milhares de fãs de videogames e jogadores do mundo virtual, as plataformas digitais são um ponto de encontro tão importante quanto os da vida real. De encontros românticos à educação, começa-se a esperar interações on-line mais autênticas e realistas. Conforme a capacidade tecnológica e o conforto em usá-la crescem, o leque de coisas que podem ser feitas juntos digitalmente também aumenta.
Em todo o planeta, 45% das pessoas compartilham fotos ou vídeos semanalmente, um aumento em relação aos 35% de 2015. Esse compartilhamento ativo também está sendo complementado ou substituído pelo compartilhamento passivo, quando as pessoas optam por ter seus dados pessoais, como localização e atividades, constantemente divulgados para amigos e familiares através de aplicativos como Life360 e WhatsApp. Há avanços na inteligência artificial (IA), análises preditivas e realidade virtual (RV) que espalharão novas versões de mídias sociais ou comunidades on-line mais avançadas.

5) TODOS SÃO ESPECIALISTAS

Essa tendência é produto de uma sociedade mais focada nos valores. Ela teve origem em sites como a Amazon, cuja cultura de resenhas de usuários aumentou intensamente a popularidade e reputação do site por ser confiável e seguro. A quantidade de informações disponíveis para os consumidores significa que as lojas não podem mais arcar com preços arbitrariamente altos ou falta de transparência; o consumidor sempre será mais esperto do que elas. A quantidade de lojas on-line em comparação a lojas físicas aumentou em todos os grandes mercados, em sincronia com o crescimento do faturamento do comércio eletrônico.
Em uma era em que tudo está disponível com o toque de um botão, os consumidores consideram a disponibilidade algo normal para suas pesquisas e compras. Naturalmente, o consumidor deseja mais qualidade pelo menor preço. Os países cujo comércio eletrônico apresentará as maiores receitas, em 2022, de acordo com a Euromonitor, serão China, Japão, EUA, Reino Unido e Índia. Não é coincidência que o termo de pesquisa “melhor” seja uma das palavras mais buscadas no Google nesses países em 2018. “Todos são especialistas” expressa a mudança no poder entre varejista e consumidor. Enquanto antes os consumidores contavam com uma marca ou fonte de informações específica para obter o que queriam, agora, as empresas precisam inovar constantemente e reduzir os preços, além de simplificar e melhorar a estética de suas ofertas para atrair os compradores. Em vez de serem seduzidos pelo marketing das marcas, os consumidores procuram uns aos outros para obter conselhos sobre o que e onde comprar e como obter o melhor produto pelo menor custo.
As mídias sociais deram um novo significado ao “boca a boca”, com consumidores usando o Twitter, Whatsapp e Instagram para compartilhar pesquisas, oferecer códigos de desconto, trocar ofertas secretas e dicas úteis para encontrar novos produtos e sempre conseguir fechar o melhor negócio. Recentemente, o Instagram revelou que em torno de 400 milhões de usuários utilizam diariamente a função Stories, sendo que muitos influenciadores digitais passaram também a utilizar o recurso. “Todos são especialistas” incorpora tanto os influenciadores quanto o seu público. Os influenciadores recebem quantias enormes para fazer publicidade, resenhas e divulgar de tudo, desde roupas, maquiagens a até hotéis. Seus seguidores, assim como consumidores digitais menos engajados com mídias sociais, usam diversas fontes de informação para pesquisar produtos antes de realizar a compra. Uma única fonte de informação não é mais convincente o bastante.
Na raiz dessa tendência está a necessidade quase compulsiva que os consumidores digitais têm de absorver e compartilhar informações. Conforme o comércio eletrônico continua crescendo em todo o mundo, todos os setores terão que se adaptar às novas demandas para se manterem relevantes. Mercados que geram “emoção”, como turismo, beleza, moda e alimentação fora do lar estão especialmente envolvidos e receptivos à essa tendência. Esses itens são mercadorias, luxos ou experiências pessoais que têm um elemento bastante subjetivo, em vez de um produto primário sem emoção como papel higiênico ou ração para cães. Portanto, esses mercados devem lidar com os desejos de seu público-alvo e satisfazê-los com estratégias de marketing em múltiplas plataformas que lembrem o consumidor de sua importância e individualidade. Agora que todos são especialistas, a abordagem de marketing de “tamanho único” não serve mais.

6) ENCONTRANDO MEU ‘JOMO’

O limite entre o trabalho e a vida pessoal é uma linha tênue assim como a que separa a esfera privada da social, com as redes sociais dando a ilusão de que todos deveriam estar fazendo algo empolgante e dizendo (ou publicando) algo para os outros validarem. O medo de ficar de fora, de perder algo, deu lugar à apropriação do tempo. Para proteger seu bem-estar mental, os consumidores querem ser mais propositais com seu tempo, definir seus próprios limites e ser mais seletivos em suas atividades. Preocupações sobre a proteção dos dados pessoais significam que os consumidores também estão mais propositais no gerenciamento da sua privacidade on-line. A necessidade de encontrar seu próprio JOMO (“Joy Of Missing Out”, algo do tipo: “alegria de ficar de fora de algo”) leva os consumidores a reduzirem o tempo on-line ou as interações sociais, abrindo espaço para as experiências na vida real que eles não se sentem mais obrigados a compartilhar nas redes sociais.
Embora a conexão com a internet continue sendo uma necessidade importante, consumidores querem definir limites. Eles querem ter espaço pessoal, dedicando-o para atividades propositais e reflexivas, em vez de instantâneas e reacionárias. Desejam soluções personalizadas que possibilitem o bem-estar mental e seu próprio ritmo. Longe da abstinência completa, os consumidores buscam maneiras de testar sua força mental, limitando o uso intenso da internet para redescobrir a alegria de viver o presente e interações da vida real. Espera-se que os aplicativos que permitem viver o momento sem nenhuma distração ganhem mais popularidade. Da mesma forma, embora os smartphones sejam uma ferramenta importante para simplifcar a vida, haverá uma limitação cada vez maior no tempo gasto on-line e nas redes sociais.

7) POSSO CUIDAR DE MIM MESMO

O foco dessa tendência são as medidas preventivas e de consumo contra doenças, infelicidade e indisposição que as pessoas podem tomar sem precisar consultar um profissional. A tendência é caracterizada por formas personalizadas de restrição, “a faxina autoimposta na vida das pessoas”, seja em sua dieta, casa ou guarda-roupa, que leva à versatilidade e, teoricamente, mais escolhas. Essa tendência é uma reação ao modo impulsivo, rígido e altamente restritivo do consumismo perpetuado pelo fast fashion, soluções de beleza instantâneas e dietas da moda. Os estresses da vida cotidiana são exagerados, amplificados e glamourizados para que a abordagem igualmente caótica às compras seja normalizada.
Os consumidores usam aplicativos e serviços de personalização para criar um produto exclusivamente seu para que, por fim, possam ser autossuficientes sem precisar interagir constantemente com mídias sociais e marketing das marcas.
O domínio e influência que as mídias sociais têm sobre os comportamentos de consumo são o segredo para conseguir o que todos os gestores e marketeiros querem criar: badalação. Os consumidores evangelizam os produtos em uma profecia que se cumpre, gerando cada vez mais opções, mas menos clareza sobre o que realmente funciona: o que solucionará o problema do consumidor e com que vale a pena gastar o dinheiro?
Os produtos badalados existem em todas as indústrias de consumo, mas são especialmente comuns nos segmentos de luxo, alimentação e nutrição, beleza, moda e, mais recentemente, rótulos éticos. Com tantas opções e tantas afirmações que prometem mudar a vida das pessoas, os consumidores querem cada vez mais assumir o controle de seu bem-estar e depender menos das marcas. A discussão é: os produtos devem ajudar e facilitar e não atrapalhar o bem-estar.
O foco global no consumo consciente, preocupações ambientais e o afastamento dos produtos químicos para adotar produtos mais “naturais” encorajaram as pessoas a prestarem mais atenção no que e como elas compram. A ascensão das mídias sociais e sua infiltração em todas as partes da vida cotidiana dos consumidores modernos também colocaram em perspectiva o quanto dependemos de dispositivos, marcas e empresas para viver.

8) QUERO UM MUNDO SEM PLÁSTICO

O desejo de um mundo sem plástico é em grande parte gerado pelo consumidor e ganhará mais força em 2019 e no futuro. Com o aumento da compreensão dos diversos usos do plástico na sociedade moderna, a ênfase será colocada no uso responsável. Maior compreensão por parte do consumidor também ajudará a policiar o chamado “green washing”, evidenciando afirmações falsas sobre o que é ecologicamente correto. Enquanto alternativas ao plástico, como cápsulas de água feitas de algas marinhas no lugar de garrafas plásticas de água, continuam sendo desenvolvidas, as promessas corporativas de reciclagem / reutilização também são um passo positivo. Já estamos vendo mais força por trás da economia circular, muitas vezes gerada pelas pessoas comuns, com dejetos de embalagens plásticas sendo coletados e reutilizados continuamente, e isso deverá continuar em 2019.

9) EU QUERO AGORA!

Os consumidores nunca estiveram tão ocupados. Eles começam a esperar mais das empresas e querem produtos e serviços entregues o mais rápido e com a maior simplicidade possível. Estilos de vida orientados pela eficiência vão além da gratificação instantânea. Os consumidores procuram experiências sem atritos que combinem com seus estilos de vida, para que possam dedicar mais tempo às suas vidas profissionais ou sociais. Cada vez mais, eles contam com aplicativos que os ajudam a organizar suas vidas e ficam muito intrigados com inovações que os ajudem a evitar filas, reduzir tempo de espera e sincronizar suas informações e preferências pessoais.
As grandes empresas de tecnologia com acesso aos dados dos usuários estão prontas para explorar essa tendência ao máximo no curto prazo. Essas empresas poderão empregar recursos e pesquisas da tecnologia 5G, inteligência artificial e Internet das Coisas para ajudar os consumidores a economizarem tempo e dinheiro. À medida que eles tenham a eficiência desses produtos e serviços, começarão a esperar o mesmo nível de serviço de todas as empresas, independentemente de seu tamanho. No centro da tendência está o gerenciamento dos dados do usuário e o acesso da empresa a essas informações. A confiança do público quanto a esse acesso e como ele será usado determinará, por fim, a longevidade dessa tendência. Empresas menores podem ter sucesso se copiarem as grandes organizações, enquanto atendem as preferências de nicho. Por exemplo, enquanto Uber e Lyft dominam o grande mercado de compartilhamento de caronas, a Go Go Grandparent copiou o modelo de negócio para fornecer serviços semelhantes aos idosos, oferecendo à família a opção de agendar entregas de compras de mercado e visitas de cuidadores.

10) VIVENDO EM SOLITUDE

Uma geração está redefinindo a tendência de viver sozinho: os consumidores mais velhos. Esse grupo de pessoas mais velhas e solteiras (normalmente com mais de 50 anos) tende a ter uma renda disponível mais alta e, enquanto algumas foram solteiras a vida toda, muitas estão divorciadas ou viúvas com filhos adultos. E essa geração não está sozinha em seu estilo de vida em solitude. Enquanto os baby boomers são associados aos altos índices de divórcios, muitas pessoas das gerações mais novas rejeitam totalmente o casamento e até a coabitação. Os baby boomers estão abrindo o caminho para uma tendência que provavelmente irá além de sua própria geração, que alterará como os produtos e serviços atendem a esse estilo de vida em solitude.
Os consumidores que vivem sozinhos estão menos dispostos a escolher produtos considerados “duráveis”, “de alta qualidade”, “na moda” ou “naturais”. Conveniência e preço são fatores mais importantes. Na verdade, os consumidores que vivem sozinhos estão mais propensos a priorizar a segurança financeira, pois arcar com todos os custos de moradia e serviços, altera não somente o seu orçamento geral, mas também as suas escolhas de consumo. Produtos simples, funcionais e descartáveis (em contraste com os que são passados a diante ou revendidos) são essenciais. Esses consumidores também estão mais propensos a comprar produtos em embalagens menores e são menos fiéis a determinadas marcas ou programas de fidelidade. Produtos ou serviços que ajudem esses consumidores a celebrarem sua independência terão sucesso ao capturar esse segmento de mercado em crescimento.

CADERSIL 2019
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